
DEMOLIÇÃO DA SÉ:
Em 27 de julho de 1933 Cardeal da silva, assina a escritura que autoriza a demolição da Sé.Em sete de agosto do mesmo ano o jornal a Tarde notificava que, sob a orientação do Engenheiro Enéas Gonçalves Pereira, encarregado pela prefeitura municipal, foram inicaidas definitivamente os trabalhos de demolição.
Uma numerosa turma de operários trabalhava ativamente na parte interna da igreja.No entanto a sequência da destruição prosseguirá sem maiores cuidados.A Sé veio ao chão e o seu recheio-elementos decorativos, talhas, imagens entre outros. A Sé passou a existir no espaço aberto com o desaparecimento do templo e foi daí que a parça passou a sobreviver a inconpatíveis projetos urbanísticos e de remodelação, entre eles o Edifício Themis (projeto de modernização).
Em 27 de julho de 1933 Cardeal da silva, assina a escritura que autoriza a demolição da Sé.Em sete de agosto do mesmo ano o jornal a Tarde notificava que, sob a orientação do Engenheiro Enéas Gonçalves Pereira, encarregado pela prefeitura municipal, foram inicaidas definitivamente os trabalhos de demolição.
Uma numerosa turma de operários trabalhava ativamente na parte interna da igreja.No entanto a sequência da destruição prosseguirá sem maiores cuidados.A Sé veio ao chão e o seu recheio-elementos decorativos, talhas, imagens entre outros. A Sé passou a existir no espaço aberto com o desaparecimento do templo e foi daí que a parça passou a sobreviver a inconpatíveis projetos urbanísticos e de remodelação, entre eles o Edifício Themis (projeto de modernização).
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